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Alergia nervosa: causas e tratamento

 
Por Dra. Ivonne Nieves Blanco, Médica Cirurgiã. 29 julho 2021
Alergia nervosa: causas e tratamento

Um grande número de pessoas manifesta um certo grau de estresse como resultado da vida que levam. Muito frequentemente, o estresse pode se manifestar em diferentes partes do corpo, especialmente na pele. O impacto neste órgão pode ser bastante significativo, e pode ocorrer de diferentes maneiras.

As alergias nervosas relacionadas ao estresse podem ser vistas comumente e qualquer pessoa pode ser exposta a este tipo de alteração. É importante aprender a diferenciar uma alergia nervosa, também chamada de alergia emocional, de doenças de pele pré-existentes, como acne, eczema e psoríase. É por isso que neste artigo do ONsalus você aprenderá muito mais sobre a alergia nervosa: causas e tratamento. Boa leitura.

Como saber se é alergia nervosa

A maneira mais eficaz para saber se você sofre de alergia nervosa ou alergia emocional, que nada mais é do que uma dermatite de estresse é prestar atenção ao aspecto das lesões e notar como elas se parecem:

  • Manchas de pele que aparecem em qualquer parte do corpo: são vermelhas, elevadas e inchadas.
  • Lesões pontilhadas ou extensas. Elas variam em tamanho, podendo ter de menos de 1 centímetro até grandes manchas que cobrem grandes áreas da pele.

Esta dermatite ou alergia nervosa, além de causar inchaço, provoca coceira e tende a aparecer e desaparecer em diferentes partes do corpo, embora com mais frequência sejam visíveis:

  • No rosto
  • Pescoço
  • Peito
  • Braços

As lesões podem aparecer isoladamente ou em grupos acompanhadas de uma sensação de queimadura ou formigamento. Geralmente desaparecem em 24 horas, mas podem aparecer novas que substituirão as antigas.

Por que o estresse produz a alergia nervosa

O estresse se manifesta tanto a nível emocional quanto fisicamente, e os seguintes sintomas da alergia nervosa podem surgir neste último caso:

  • Aumento da pressão arterial.
  • Dor de cabeça.
  • Fadiga.
  • Erupções cutâneas.

Quando você se sente estressado ou estressada, seu corpo começa a liberar substâncias químicas que podem causar inflamação, tornando sua pele mais sensível a manchas ou erupções cutâneas. Normalmente, esses tipos de lesões induzidas pelo estresse desaparecem à medida que o nível de estresse diminui. Além disso, o estresse pode afetar a cura de alguns problemas de pele existentes.

Por outro lado, quando você está sob muita pressão por estresse, seu corpo produz hormônios como o cortisol, que diz às glândulas da pele para produzir mais óleo, aumentando o risco de acne e outras condições da pele.

Além desses problemas, o estresse pode causar:

  • Uma piora nos problemas de pele já existentes, tais como psoríase, rosácea ou eczema.
  • Urticária, erupções cutâneas e herpes.

Tratamento da alergia nervosa

A dermatite nervosa pode ser tratada em casa com anti-histamínicos de venda livre para aliviar a coceira característica dessas lesões cutâneas.

Outra maneira de acalmar a pele com um remédio caseiro é o simples fato de tomar um banho com água fria ou aplicar compressas frias nas áreas das lesões.

Se você não conseguir aliviar a coceira, você deve consultar um dermatologista, que lhe prescreverá:

  • Anti-histamínicos mais fortes.
  • Esteróides.
  • Antibióticos se houver um processo infeccioso.

Algumas destas lesões podem se se complicar, piorando o quadro da alergia nervosa. Se este for o seu caso e você tiver uma erupção cutânea em todo o seu corpo, febre, dor ou bolhas com escorrimento de líquido amarelo ou verde, não hesite em consultar um dermatologista, que lhe dirá qual tratamento seguir, dependendo do tipo de lesão que você tiver.

E agora que você sabe as causas e os tratamentos possíveis para uma alergia nervosa, te recomendamos a leitura do seguinte artigo em que falamos sobre os benefícios da valeriana para a saúde.

Este artigo é meramente informativo, no ONsalus.com.br não temos capacidade para receitar tratamentos médicos nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamos você a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

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Bibliografia
  • Álvarez-Perea, A., Mazariego, E. R., Cabezas, T. N., & Fernández, R. P. (2013). Alergia de la piel y de las mucosas. Urticaria, angioedema, anafilaxia. Medicine-Programa de Formación Médica Continuada Acreditado, 11(29), 1778-1787.
  • Inflamaciones, M., & Garzon, A. ¿Cómo tratar la urticaria o angioedema por estrés? Síntomas, Tratamiento, Complicaciones.

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